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Suspeito de matar mulher a tiros em Manaus trabalhava como segurança no local do crime, diz família

Edilene Santos Damasceno, de 29 anos, que foi morta a tiros na noite da quinta-feira (14), em um terreno no Ramal do Brasileirinho próximo da invasão Coliseu, no bairro Puraquequara, Zona Leste de Manaus. O marido é suspeito de ter jogado gasolina e efetuado disparos contra a vítima. Segundo a família, ele trabalhava como segurança no local do crime. Familiares dizem ainda que o casal estava separado há cinco meses. Filha de 4 anos teria presenciado o crime.
O atirador foi encaminhado ao 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP), ele trabalhava fazendo segurança no galpão onde o crime ocorreu. Após ser preso, ele informou que uma possível traição da ex-companheira teria motivado o crime planejado.
Familiares reconheceram o corpo da vítima na manhã desta sexta-feira (15), no Instituto Médico Legal (IML), na Zona Norte de Manaus.
“Ele pegou a Edilene na casa da mãe dela, no bairro Nova Vitória, por volta das 16h de quarta-feira. Ele levou ela para o posto, porque ele estava de plantão”, disse um familiar da vítima que não quis se identificar.
O casal ficou junto por cinco anos. A família informou que soube da morte na manhã desta sexta-feira (15), após ligação da mãe do suspeito.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito teria amarrado e jogado gasolina no corpo de Edilene. No momento em que ele desviou a atenção, a vítima conseguiu se desamarrar e sair correndo. Entretanto, o suspeito efetuou três disparos contra a companheira, que atingiu o abdômen, as costas e região genital da companheira. A vítima também apresentava sinais de enforcamento.
Ela foi encaminhada ao Pronto-Socorro Platão Araújo, mas não resistiu. No local, ela chegou com uma corda amarrada no pescoço e com o corpo molhado por gasolina.
De acordo com a polícia, a filha da vítima, uma criança de 4 anos, teria presenciado o crime. Ela foi feita refém pelo segurança que só se entregou após a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu).
O vigilante foi preso por policiais da 30ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom). Com o suspeito foi apreendido um revólver calibre 38.

Fonte: G1

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