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‘João Branco’ e outros réus acusados da morte de delegado começam a ser julgados em Manaus

O narcotraficante João Pinto Carioca, conhecido como “João Branco”, e outros três réus começaram a ser julgados, na manhã desta sexta-feira (13), pelo assassinato do delegado da Polícia Civil Oscar Cardoso. O crime ocorreu em março de 2014, na Zona Sul de Manaus. O Ministério Público do Amazonas (MPE-AM) afirma que há provas suficientes e contundentes para condenar os acusados.

Marcos Roberto Miranda da Silva, o “Marcos Pará”; Diego Bruno de Souza Moldes e Messias Maia Sodré também são julgados pelo assassinato do delegado.

O juiz Rafael Cro, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, preside o julgamento. O magistrado proibiu a entrada de aparelhos celulares ou qualquer tipo de equipamento de fotografia ou filmagem no Plenário do Júri, onde acontece o julgamento.

Quatro promotores de Justiça participam do julgamento.

“Existem provas mais que suficientes para condenar as pessoas que estão sendo acusadas desse crime hoje. A organização criminosa é de conhecimento geral que pratica vários crimes, mas não estamos na condenação da organização criminosa, e sim das pessoas que participaram o homicídio do delegado Oscar”, afirmou a promotora Laís Freitas, que assumiu o caso em março deste ano.

O promotor de Justiça Igor Starling, que é assistente de acusação, relembrou que já houve cinco adiamentos do julgamento.

Ele informou que o júri deve ocorrer com tranquilidade, porque a defesa de todos réus é feita pelo mesmo advogado: Maurício Nivelle. O julgamento deve durar mais de 24h.

João Pinto Carioca encontra-se preso no presídio federal de Catanduvas, interior do Paraná. Ele será ouvido por meio de videoconferência, pois o retorno do narcotraficante poderiacausar instabilidade na segurança pública e no sistema prisional em Manaus. Os demais estarão presentes no julgamento.

Foram convocadas 15 testemunhas, tanto pela acusação quanto pelas defesas.

O julgamento, que estava marcado para começar às 8h30, no Plenário do Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis, iniciou às 10h10. Houve atraso no deslocamento de três réus de unidades prisionais em Manaus.

Fonte: G1 AM

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